quinta-feira, 7 de junho de 2007

Achar R$20,00 (ao todo) e feriadão na mesma semana não é pra qualquer uma! hohoho

domingo, 3 de junho de 2007

De vorta, sô!

Bááá, quanto tempo não posto aqui, tantas novidadeees!!!

Estava realmente sem tempo, a escola tem tomado uma boa e generosa parte da minha carga horária, este ano está bem puxado! Para teres noção, ano passado não precise fazer nenhuma recuperação e nesse primeiro trimestre do terceiro ano já peguei quatro, três por meio ponto e uma, no caso em matemática, por dois pontos (prefiro as letras).

Mas o pior de tudo é que apanho se reclamar das minhas notas em voz alta na turma, quem não ficou pendurado em todas as disciplinas está com muita sorte!

Mas agora que tudo voltou ao normal e melhor ainda: agora que vou tirar as 44 formulas de matemática da parede do meu quarto estou mais “folgada”.

Olha só que engraçado, que pessoa consegue enrolar outra no telefone por quase cinco minutos só pra explicar porque ligou pro celular da outra? O seu Bira! Não me pergunte quem é, pois nem eu sei, só sei que ele é muito um senhor muito querido e que tem um ótimo poder de prender a atenção das pessoas, ou então se aproveitou da minha educação mesmo.

Estava bem feliz falando com a Gabi pelo telefone e meu celular tocou, desliguei o residencial para poder então ligar para o número que “chamou” e eu não atendi. Poxa, o senhor era muito atrapalhado e demorou um século para perceber que tinha ligado para um número errado. Entretanto me ensinou um novo “comprimento” ao fim da ligação: “Bom inverno, guria!” =)

quarta-feira, 16 de maio de 2007

"Falsas Diferenças" no Kzuka!

Raio-X das escolas
Estudantes levam a sério trabalho no colégio e fazem documentário

Bárbara Souza, Vanessa Silva, Pamela Tavares e Uila Silveira, todas de 16 anos e estudantes do colégio Padre Reus, são gurias normais. Normais, mas não óbvias. Diferentemente de boa parte dos jovens, que cumpre os trabalhos escolares simplesmente porque valem nota, elas decidiram levar a sério um projeto do colégio delas.

–Tudo começou em uma aula de literatura, quando a professora nos passou um trabalho em que precisávamos analisar a situação do ensino no Brasil – conta Bárbara.

- A diferença foi que, ao invés de apenas fazer o trabalho, fazer uma capa, introdução... Decidimos ir a fundo e pesquisar a realidade de algumas escolas de Porto Alegre – explica a Uila.

- É! Daí surgiu a idéia de fazer um vídeo, mostrando as diferenças das escolas, por isso fizemos questão de pegar uma escola particular e duas escolas públicas – completa Bárbara.

E elas gravaram mesmo. Pintaram em três escolas porto-alegrenses: Maria Imaculada, Protásio Alves e Padre Reus.

- No colégio Maria Imaculada a direção separou um pessoal que era do Grêmio para conversar com a gente, já no Protásio Alves nós conversamos com uma turma da tarde. Acabamos ficando um tempão com a turma porque houve a troca de período e o professor do outro período não veio... – comenta a Bárbara.

Conversaram com alunos e professores, colhendo depoimentos e imagens sobre a visão das pessoas sobre a educação no Brasil. O resultado? Mais de oitenta horas de trabalho, vários vídeos (até brigas as gurias presenciaram).

- A gente escutou todo tipo de história possível. Um dos guris entrevistados falou que a coisa mais bizarra que ele já viu no colégio foi um colega dele transando com a ficante no banheiro da escola. Quando a gente perguntava para as pessoas o que é educação pra ti todo mundo dizia a mesma coisa, “é a base para tudo, é a base para tudo”. Parece que ninguém foi ensinado para pensar por si próprio, mas sim para repetir um único conceito – desabafa Bárbara.

O que vocês concluíram no final de toda a parada?

Bárbara – Que os jovens são todos iguais. Eu digo, a maior diferença está nas oportunidades que cada um recebe, mas no fundo no fundo, os jovens são bem parecidos, têm sonhos e problemas parecidos, oportunidades diferentes. E também para sentir na pele o mundo em que eu quero viver.

Vanessa – Eu passei a dar muito mais valor ao que eu já tenho. Vi que existem muitas pessoas em condições inferiores que a nossa, mas com um ânimo muito grande em seguir em frente, em aprender, em melhorar o nosso pais. Isso me motiva.

Uila - Antes de começarmos nos vimos o filme Pro dia nascer feliz, que nos inspirou muito. Acho que esse trabalho foi legal para nos fazer refletir, pensar no mundo em que vivemos e em como podemos mudá-lo.

Pamela – Acho que foi interessante para me situar no mundo em que vivo. Conhecendo outras realidades eu passei a entender mais as pessoas

sábado, 12 de maio de 2007

Rá rá rá rá rá mas eu tô rindo à toa!

Oie!!! Bom, só estou passando por aqui, 3214684 de anos depois, pra não desativarem o blog e pra dizer que estou viva! hehehe

Ah, também para contar que estou muito feliz, muito mais feliz do que eu achava que poderia um dia estar (ta, exagerei um pouco, mas estou bem feliz)!

Para começar vamos nos situar, 70% da minha euforia deve-se a um documentário sobre a educação no Brasil, o “Falsas Diferenças” produzido por quatro gurias de escola pública do ensino médio daqui de Porto Alegre, uma delas, no caso, sou eu.

Só o projeto já me fez muito feliz, conheci uma gurizada muito tri, super diferentes usn dos outros, mas no fundo “tudo igual”! E como se não bastasse o prazer que foi para mim ver se concretizando uma idéia tão séria que abre os olhos de muitos e faz todos pensar o próprio documentário me trouxe muita coisa bacana.

Aqui no Sul existe um programa que eu simplesmente amo, o PATROLA, ele é super jovem e tem de tudo: diversão, música, festas e coisa séria também, e foi aí que nós encaixamos, sábado e quarta passada gravamos uma matéria pra esse programa e foi MARAVILHOSO ver de perto o mundo no qual desde já me incluo.

Essa semana têm mais aperitivos do meu futuro mundo jornalístico, depois de concretizado, conto tudo por aqui!

Além de tudo isso, estou conseguindo me organizar direitinho e minhas notas de matemática estão beeem melhores! hohoho

Meu lema da vez: “Não há nada que você não possa fazer, ser ou ter, basta querer!” XD

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Mas bá, tchê!

Gooood news!!!

Alguma vez já passou pela cabeça de vocês a questão “eu mereço isso?” dita, ou pensada por pessoas que sempre acham que fazem pouco e que conseguem muito?

Sabes quando tu estás tão feliz que parece que vais explodir??? Sabes quando tu demoras a acreditar no que se passa??? Sabes quando tu queres contar uma TAL novidade pro mundo todo???

Mas mudando de assunto: será mesmo que eu mereço isso? (minha mãe que não leia esse posto, ela odeia quando falo essas “asneiras” como ela mesma diz!) hohoho

Beijo!!! XD

Como mudou o tamanho da fonte??? o.O

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Ô, questão...

Após algum tempo de procura nos longos e complexos baús de fotos da minha mãe por uma foto legal pra colocar no meu porta retratos novo eis que surge uma questão.
Meu professor de história diz que estamos passando pelo melhor momento das nossas vidas, mas será possível a existência de algo mais mágico e fascinante que a infância?

Tais fotos: sorrisos, pessoas, bolos, sonhos, festas, mãos, amigos, até mesmo roupas, sensações, saudades, emoções!

Ai, ai! =)

terça-feira, 24 de abril de 2007

Nos convém fechar os olhos?


Durante longo e gostoso trabalho solicitado pela disciplina de literatura no qual deveríamos mostrar a real situação da educação no Brasil admito tal confusão em minha mente.
Sem dúvida nenhuma aqueles que não se agradam pela hipocrisia concordariam comigo: “O ensino não é igualitário”, chega a ser apavorante a desigualdade entre escolas públicas e privadas de um modo geral, são pouquíssimas escolas estaduais que fogem da triste má qualidade de ensino, assim como são raras as escolas particulares que se dão ao luxo de serem “meia boca”.

Não são poucos os fatores que nos obrigam a enxergar ambas as situações com olhos distintos, Apesar de que o Brasil já gasta uma porção alta do orçamento em educação (mais ou menos 5,5% do PIB), isso em termos absolutos ainda é pouco, logo temos em mente a estrutura física.

Visitamos escolas do estado com problemas desde desaparecimentos de bebedouros até corredores denominados “da morte”, rígidos métodos de avaliação são desadotados por grande índice de reprovação e quanto aos educadores, é inevitável uma mudança, obviamente ele vai trabalhar baseado no seu espaço e nos seus educandos.

Mas tudo isso é fichinha, é simplesmente nada perto de uma séria questão: aquelas escolas estaduais que tem, de fato, uma seleção na hora da “escolha” dos alunos são as com menos aspectos negativos, além de que o perfil da comunidade em torno dela caracteriza seus índices diários.

Então, chego a uma conclusão mais que obvia: a responsabilidade educacional que muitos depositam em um colégio não são nem nunca serão supridas por um centro de educação cujas crianças entram com em média sete anos de idade porque em 90% dos casos é tarde de mais.

O problema é que às vezes as crianças acabam sendo depositadas em creches. Se alguns professores da educação básica não têm uma formação adequada, alguns da pré-escola muito menos. E o trabalho pedagógico com crianças de quatro a seis anos é muito mais difícil, exige uma formação mais especializada. O que se vê são professores que acabam ficando como babás, o que pode ser útil ao permitir que os pais trabalhem, mas do ponto de vista pedagógico não sentido.

Não estaremos sendo nem um pouco exagerados se acreditarmos estar em uma rua sem saída.