quarta-feira, 21 de novembro de 2007


Só neste ano foram assassinados 106 jornalistas no mundo.
Nem me abalo!
Faltando menos de um mês para o fim do ano letivo, 8 dias para o meu aniversário, e alguns vários para a formatura e vestibular, estou pasma com meu equilíbrio. Nervosismo? Nem lembro mais como é. Graças a Deus fico na ânsia, como sempre, afinal vida sem adrenalina nem vale a pena ser vivida, mas estou mais confiante do que nunca!

domingo, 11 de novembro de 2007


Foto: Musadivaperfeita Rita!

Um dos problemas de ser eclética e curiosa é o fato de ser impossível saciar todos os meus desejos.

Só nos próximos 30 dias terá em Porto Alegre...

Djavan 13 e 14/11
Ivete e Asa 15/11
Rita Lee 24 e 25/11
Maria Rita 15/12

...que eu AMO!

Fora livros que quero comprar/ler, peças e filmes que quero assistir.
Se alguém quiser me presentear (afinal faltam 18 dias para meu aniver) com ingressos e/ou livros aceito com muito gosto. Logo passo a lista! ;)

sábado, 10 de novembro de 2007

"Giordano"

Foto: Frederico representando os cãezinhos do mundo!


Não foram as visitas à RBS, as parcerias que conquistei nas ultimas semanas (morram de felicidade por serem citados para as moscas Dudu, Ju e Ivan!), os novos sentimentos que têm morado em mim, minhas matérias amadoras (por um motivo que logo contarei, fantasminhas), tampouco a minha prova de matemática gabaritada. O que me fez voltar ao blog foi algo, ou melhor, alguém muito especial: Giordano.

Tenho caminhado constante e diariamente como uma louca, com a Gabi, vamos da minha casa que fica no Bairro Cavalhada (ou casa dela, dependendo do dia) até o fim do calçadão de Ipanema. Quem mora em POA sabe o que isso significa: em média quatro horas de caminhada. Mas nunca essa atividade que tem me feito tão bem foi tão gratificante como a de hoje.

Estávamos exatamente no fim do nosso trajeto, bem naquela horinha de “ops, meia volta”, quando fomos surpreendidas por um cãozinho. Como disse a Gabi “Nos primeiros minutos até que estava legal e normal”, mas a verdade é que o Giordano nos seguiu até a casa dela. Tens exatamente noção do tamanho da coragem e disposição do nosso super herói? Foi incansavelmente, atento a cada palavra, a cada ordem, cada “espera”, cada “vamos”. O irmão da Gabi, que é apaixonado por bichos, o queria, mas o óbvio aconteceu, o resto do povo optou pelo não. Até me estranhei com uma vizinha deles, ele teve a audácia de jogar uma pedrona nele, praticamente uma rocha, alegando que o Gio estava perturbando a conversa dela, e ainda me largou essa daqui “E não adianta me olhar de cara feia, não quero pulguentos aqui na rua”. Que raiva!

No fim de tudo tive que traze-lo para casa, estava certa de que daria um jeito na situação, liguei para uma amiga da Joice que tem uma instituição, mas ela não tinha lugar para ele, uma vez que tem nada a mais nada a menos que 98 deles. Desesperada com a situação e praticamente com uma nova pelagem alá Giordano, parei, fechei os olhos e desejei com todas as minhas forças que o melhor acontecesse com ele, nem que a melhor saída fosse realmente a dada pela Rejane (amiga da Joice): “Se não tens como ficar com ele, não liga para nada como vigilância sanitária, neste caso o melhor lugar é a rua”. E assim foi. Quando voltei na frente da minha casa, ele não estava mais lá, foi embora porque quis. Vai que ele é uma espécie de viajante no qual eu sempre sonhei em ser, né?!

Boa Sorte pra ele, então! Ele me fez perder algumas lágrimas pelo rosto, hora de emoção, hora de pena, mas valeu. E que São Francisco esteja com ele!

Ps1. Descobri o que mais me irrita/indigna/enlouquece (se não a única coisa) é ignorância com bichinhos. É uma merda certas pessoas não se ligarem da idiotice que fazem. Coitadas! (desculpe-me o palavreado, mas é o digno ao caso)
Ps2. Um dia terei uma instituição e cachorrinho (nem gatinho) nenhum mais vai sofrer por aí! =)
Ps3. Em outro post conto as duas piores experiências já vividas por mim - infelizmente tem a ver com bichinhoslindosamadosanjinhosqueeuamotanto.

Beijos!!! ;)

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Ahh, a Primavera...


"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta quenada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade".

Carlos Drummond de Andrade


De fato ando com uma concepção de que o que importa é aproveitar a vida, provavelmente por estar acabando o ensino médio (fase importante, mas o básico do básico do básico do básico do básico), bate aquele misto de tristeza -pela saudade- com ância de ver, sentir e viver o que vem depois. Cada pessoa que encontro, que conheço, que vejo, me parecem portais de muito conhecimento, experiência, e claro, de papos maravilhosos que sempre me encantaram, até mesmo, ou melhor, principalmente pelas diferenças que normalmente são vistas como pontos negativo pela maioria das criaturas. Tolinhas.

Nunca tive muito medo da nada, pulava das árvores mais altas, tinha papos cabeças com as pessoas mais cultas possíveis, conversava com os mendigos de rua mais fedorentos e feios, etc e tal. Mas agora é diferente, preciso saciar essa imensa e incontrolável vontade de fazer o que quero, na hora que eu quero, simplesmente porque quero, sem pensar no que os outros vão pensar de mim, tampouco nas furadas etiquetas de relacionamentos de príncipes e princesas – Afinal não é o que sou. Essa segurança está ultimamente em constante harmônica comigo, os mais próximos percebem e a Gabi que o diga!

Ter uma concepção equilibrada e correta está entre as virtudes mais belas. Percebo a cada passo que no segundo em que meu pé pisa no chão já não sou a mesma que o tirou do chão de trás. Meus livros, meus vícios, meus anseios sórdidos e minhas paixões mudam. E tudo o que vivo fica guardado em mim, somando-se com o que vi pela manhã e com o sinto agora, por exemplo. Fascinante.

No mais, É PRIMAVERA, simplesmente vivamos!


Ps. Tenho lido pra caramba, que maravilha! Nessa semana li “Fogo morto” de José Lins do Rego - leitura obrigatória do vestibular da UFRGS. Eu AMEI, mas NINGUÉM da turma gostou, ou pelo menos está gostando do livro. Como pode?

Beijocas! ;)

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

ARTHUR!

Homenagem: http://www.youtube.com/watch?v=5z6AzHlmxr8








Em um minuto muita coisa pode mudar. Fico pasma! Uma bomba pode devastar uma cidade, um olhar especial pode ser descoberto, uma vida pode acabar e principalmente outra (vida propriamente dita) pode começar. Contando sempre que junto com cada acontecimento dessa espécie um tanto ágil milhares de outras situações são indiscutivelmente desencadeadas. Passei pelo maior dos exemplos disso.

Sábado, 8h da manhã, sou acordada pela minha vó que adentra em minha casa e também no meu quarto falando uma das frases mais esperadas por mim nos últimos dias: “O Arthur está nascendo”. Para os desatualizados, Arthur é o meu primeiro priminho paterno, filho da minha dinda e tia. Pulo da cama e seguido dessa atitude bati inúmeros recordes como, por exemplo, me arrumar em menos de meia hora. Fui com a dinda e o dindo para o hospital como nos meus 3164351.23 sonhos (por mês, claro). De fato estava “na hora”, não tão na hora como eu gostaria, mas tudo indicaria que o priminho amado chegaria naquele primeiro de setembro.

Depois de um dia inteiro no hospital e muitas calorias a mais (quando fico nervosa e/ou ansiosa como como e como) ouvi, finalmente, meia-noite e vinte e três minutos a frase mais esperada do ano: “O Arthur nasceu!!!”. Foi aí, exatamente nesse momento, que a minha vida mudou. É imensurável o amor que já sinto por esse anjinho, minhas colegas não agüentam mais ouvir falar dele, dos olhos dele, da mão dele, do tamanho dele, do choro dele, tudo dele a ponto de algumas me olharem e já dizerem “Sim, ele é lindo” sem eu nada ter perguntado ou afirmado! Todos já o viram nem que seja por foto, contei para todos meus contatos do msn, amigos, familiares, visinhos etc e tal.

Quando nasceu o Arthur ao mesmo tempo nasceu uma mãe, um pai, um tio, uma tia e claro, uma prima, corrigindo, uma prima bem melhor e mais feliz que antes! HEHEHE

Ps. Momento nostalgia! Nenhuma palavra conseguirá explicar o que eu gostaria e da intensidade adequada. =(
Ps. Mas o Arthur existe! =)

terça-feira, 28 de agosto de 2007



Sem notas do trimestre, Arthur (meu priminho) naquele “nasço não nasço”, sem resultados do ENEM, no meio de uma semana quase sem aulas e quase sem dia livre de conselhos de classe, tudo assim, meio inacabado, não gosto disso. Sou ansiosa e dependente de correria e resultados convictamente!

Mesmo no meu último trimestre da vida -visto que na faculdade só há semestres- não estou nadinha cansada, muito antes pelo contrário, esses dias sem aula me entediam, não que eu não tenha o que fazer, tenho sim e muito, mas é diferente, posso parecer maluca, mas dependo de uma pressão básica: acordar cedinho, pensar cedinho, rir cedinho tudo isso, entendes?

Hoje fui a uma palestra que me fez pensar tãããnto, olha a história que contaram:

“Uma senhora saiu da cozinha onde acabara de lavar os dois pratos, os dois garfos e as duas facas do jantar. Seu velho que estava casado com ela há mais de 40 anos via televisão na sala, quando com um semblante não muito satisfeito recebe o beijo acompanhado de um “Boa Noite” de longe mandado por sua esposa. Ela deita-se do seu lado da cama, e pega no sono como um anjo, só acorda no outro dia elogiando para si mesma a elegância com a qual seu velho deitou-se na cama de modo que nem lhe acordara.
Vai para a cozinha, toma seu café da manhã sozinha e entretida nos afazeres da casa nem percebe o passar das horas, quando de repente ouve o grito da irmã que chegaria logo perto do almoço. Olha para o relógio e confirma sua estima, já eram 11h da manhã, grita para sua irmã entrar e instigada vai acordar seu marido que por algum motivo que ela desconhecera estava dormindo até aquela hora. Quando ela percebe que seu marido morrera. A primeira coisa que venho em sua mente foi a cena do beijo que lhe tocara sem jeito e sem dengo algum.
E ficou a questão: “Porque lhe tratei com tanta insignificância?”

Certamente se ela soubesse que aquela teria sido a última vez que os dois se falariam teria tratado-o de uma maneira distinta. Então não esperemos a tristeza da falta bater na nossa porta para tratar nosso próximo da maneira que ele de fato merece.


Tudo bem que na verdade a história fosse diferente, né? Adaptei agora e modéstia a parte ficou bem melhor! HAHA

Voltando a serenidade, não esqueça: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”.

E fica a reflexão! ;)

OS: Tem coisa mais linda que velhinhos? Tem vocabulário mais lindo que de velhinhos? Tem memórias mais lindas que de velhinhos? Certamente não! =)

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

No ápice do Narcisismo!


Às vezes eu queria ter uma outra identidade, não só um documento de identidade, mas ter outra eu. Tem tantas coisas que eu gostaria de escrever aqui, entretanto não posso, ficaria chato, contraditório muitas das vezes e até mesmo um tanto invasor de auto-privacidade - se é que essa palavra existe.

PS1. Tudo bem que nem é tão alto o número de pessoas que lêem o blog, mas não dá pra arriscar, né!
PS2. Imagine que brilhante seria ter duas Babis, uma pra falar e outra pra falar também, ou então uma pra segurar e outra pra bater.
PS3. Vocês já leram algo da Tati Bernardi http://www.tatibernardi.com.br/index.html? Bã quando eu crescer vou ser sem vergonha como ela, no bom sentido é claro.
PS4. Me sinto tão segura consultando a previsão do tempo para o próximo dia. Incrivelmente bem!

Ahhh, nesse sábado vai ao ar no Patrola a minha primeira “metidela” oficial. Alan Martini, atual Mister Brasil, é entrevistado pelo Ico Thomaz. Eu que fiz a pautaaa! xD
E a alegria do outro lado da história é lindo de se ver. Logo falo sobe isso!